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Hábitos que ajudam a otimizar o tratamento de varizes (DVC - Doença Venosa Crônica)


Infecção bucal é ameaça para o coração

O Dia Mundial do Coração, comemorado neste domingo, dia 29. Por quê? Porque o estado dos nossos dentes e gengivas podem levar à falência desse órgão vital.

Focos de infecção gengival (Doença Periodontal) e/ou dentária são responsáveis, em média, por nada menos que 40% dos casos de endorcardite infecciosa, doença que afeta o coração e que mata cerca de 20% dos pacientes acometidos. As estatísticas são do Instituto do Coração da Universidade de São Paulo (Incor), que mensalmente recebe pelo menos 10 pacientes com essa patologia.

Resumindo, uma boca mal cuidada pode levar a pessoa à morte.

A origem bucal da endocardite bacteriana deve-se à presença da bactéria Streptococcus viridans. A contaminação se dá por meio das áreas infeccionadas na boca, quando esse micro-organismo encontra alguma oportunidade de alcançar a corrente sanguínea, ao penetrar nas lesões existentes.

É importante lembrar que estamos falando de bactérias, isto é, de micro-organismos invisíveis a olho nu. Por isso, aquilo que nem sempre está assim tão feio aos olhos do paciente já é motivo de preocupação para o dentista. Por isso, não nos cansamos de alertar: gengiva que sangra exige cuidado.

Gengivas que sangram facilmente ao escovar sinalizam para a presença de placa bacteriana. É a doença periodontal se instalando.
Risco cardíaco

Pessoas que já são portadoras de doenças cardíacas estão especialmente mais expostas aos riscos. Quem sofre de cardiopatia congênita ou sabe ser portador de alguma lesão na válvula cardíaca precisa sempre avisar ao seu dentista sobre essas condições.

Nesses casos, muitas vezes, faz-se necessária uma interação entre o cardiologista e o dentista, por meio de encaminhamentos, cartas de esclarecimentos sobre tratamentos, laudos e muitas vezes troca de ideias por telefone, quando necessário. E a administração preventiva de antiobióticos específicos poderá ser especialmente indicada para o tratamento dentário.

Da mesma forma, tratamentos dentários preventivos também costumam ser indicados para cardiopatas, antes de serem submetidos a cirurgias cardíacas.

Mas TODAS as pessoas preocupadas em adotar uma atitude preventiva em relação à saúde do coração, jamais podem negligenciar a gestão da sua saúde bucal. Com bactérias, não se brinca.

Além do risco da endocardite, quem sofre de doença periodontal tende a ter as taxas de colesterol mais elevadas. Isso também aumenta os riscos para o coração, conforme se sabe.

Confira 5 mitos sobre a saúde bucal

Com tanta informação circulando, é preciso ficar atento sobre o que é verdade ou não em relação aos cuidados com os dentes.

Nos dias de hoje, há várias formas de se informar sobre todos os assuntos possíveis. Mas, com tantos recursos, pode ser difícil saber no que acreditar ou não. Quando se trata de saúde, é ainda mais importante separar os mitos e as verdades, já que muitas informações equivocadas circulam nas redes sociais com frequência.

Veja cinco mitos muito comuns sobre os cuidados com a higiene bucal:

1. Todo mundo precisa extrair os dentes de siso

Não é verdade. Pode ser que você não precise tirar um siso sequer. Tudo depende dos prós e contras, cada caso é um caso. É o dentista quem avalia a necessidade da extração desses dentes. Na consulta, é feita uma radiografia para verificar se o siso vai prejudicar os outros dentes ou não. E, se não houver necessidade, não tem por que extrai-los.

2. Mascar chiclete sem açúcar equivale a uma escovação

Nenhuma goma de mascar é capaz de substituir a escova de dentes. Após as refeições, o chiclete pode até ajudar a disfarçar o hálito, mas não limpa os dentes, nem equivale à escovação. Mas uma coisa é fato: em nome da saúde bucal, os fãs de chiclete devem optar pela versão sem açúcar.

3. Clareamento enfraquece seus dentes

Os tratamentos feitos em consultório, ou até mesmo os caseiros, que contam com a orientação do dentista, não prejudicam nem enfraquecem os dentes. O único efeito que podem causar é o aumento da sensibilidade. Mas, ainda assim, o dentista é capaz de indicar um tratamento adicional para aliviar esse incômodo. Na verdade, o que pode fazer mal aos dentes são clareamentos alternativos, feitos em casa e com substâncias inadequadas para isso.

4. O ideal é usar palitos de dente após a refeição

Se for para tirar restos de comida que estão incomodando, o palito de dentes pode ser útil. Mas para uma higienização completa que seja capaz de prevenir cáries, ele não tem nenhuma eficácia. Além disso, você pode acabar machucando a gengiva. O correto é usar a escova de dentes e o fio dental para higienizar a boca após as refeições.

5. Grávidas não devem ir ao dentista

Muito pelo contrário! O acompanhamento no dentista é essencial para evitar doenças bucais e suas complicações, além de prevenir as cáries. Caso seja necessário realizar algum tipo de tratamento, o ideal é deixar para o segundo trimestre – e os dentistas sabem disso.

Aprenda a usar a Escova Interdental

InterdentalEm vez de escolher entre o fio dental e a escova interdental, o mais indicado é combinar o uso das duas. A dupla chega a lugares que a escova não alcança e elimina restos de alimento e bactérias que ficam entre os dentes.

Na arcada dentária humana existem locais anatômicos, com cavidades, depressões e irregularidades que só o fio e a escova interdental conseguem fazer a limpeza adequadamente. “A higienização entre os dentes é tão importante que é considerada a principal diferença entre os indivíduos de países que conseguiram erradicar a cárie, por isso, enquanto a higiene da região proximal não for uma rotina, as pessoas vão continuar com cáries e doenças gengivais”, diz o dentista Hugo Lewgoy.

Mas, na hora de escolher a escova interdental, a orientação do dentista é indispensável. Isso porque o mercado oferece vários formatos e diâmetros que variam de pessoa para pessoa. “Se a escova for muito fina, não higieniza de forma adequada e, se for muito grossa, não se encaixa ou não entra no espaço entre os dentes, e, em ambos os casos, pode provocar trauma e retração gengival”, explica.

Passo a passo para usar escovas interdentais:

  1. Adquira uma escova interdental de boa qualidade. Consulte o seu cirurgião-dentista sobre as melhores opções, pois as escovas interdentais não são iguais.
  2. Localize o espaço entre dois dentes e insira a ponta da escova de forma inclinada em um ângulo de aproximadamente 45º graus em direção à gengiva. Nos dentes superiores, incline a escova para cima e, nos dentes inferiores, incline a escova para baixo.
  3. Este acesso deve ser feito delicadamente com uma pressão suave e sem forçar a escova. Dê preferência para os dentes da frente ou anteriores.
  4. Deslize a escova perpendicularmente em relação aos dentes em um movimento de fora para dentro da boca. A escova deve deslizar facilmente, sem qualquer pressão.
  5. O uso da escova deve ser feito diariamente, mas apenas insira e remova, não há necessidade de repetir o movimento para frente e para trás. Isto poderia machucar a gengiva ocasionando retrações e provocando espaços ou pontos escuros entre os dentes.
  6. Quando a escova interdental é inserida pelas primeiras vezes entre os dentes, é possível que a gengiva sangre um pouco e cause algum desconforto doloroso. Isso não é motivo para preocupação, porque não significa que se tenha traumatizado a gengiva, mas sim que existe uma inflamação prévia causada pela placa bacteriana. Só ocorrem sangramentos nas gengivas quando estão inflamadas pela presença da placa bacteriana ou ao se utilizar uma escova com diâmetro inadequado. Ao utilizar a escova interdental corretamente, o sangramento desaparecerá em até dez dias.

Saiba como tratar suas varizes com um novo método

Cirurgia de varizes pelo método tradicional já é pagina virada, hoje o método preferencial é a técnica chamada de espuma, antigamente divulgada e utilizada nos Estados unidos e Europa, a clinica Westphalen adotou esta técnica já há bastante tempo sendo aplicado tanto para veias simples como para varizes de grosso calibre.
Por ser método novo o Dr. Carlos Alfredo Westphalen, cirurgião vascular com larga experiência na área de flebologia membro da sociedade brasileira de cirurgia vascular e da society of vascular surgery.
Formulamos perguntas e respostas para as principais duvidas sobre o método da espuma.

*É possível retornar ás atividades normais logo após a aplicação da espuma?
Sim. Esta é a grande vantagem do tratamento com espuma (eco-escleroterapia com espuma). O paciente pode retornar ás suas atividades de trabalho ou lazer imediatamente após o tratamento. A meia elástica deve ser utilizada nos primeiros dias, mas não é necessário repouso.

*O método espuma é eficaz para todos os tipos de varizes? Tanto para os simples vasinhos quanto para as varizes de grosso calibre?
Sim. A escleroterapia com espuma pode ser empregada tanto como tratamento estético (dos vasinhos) quanto das varizes de grosso calibre. Isto significa tratar a doença venosa crônica. Deve-se chamar atenção á causa das varizes(ou da doença venosa crônica). No caso das varizes primárias, as mais comuns, o tratamento pode ser empregado em todos os casos, desde os pacientes que apresentam apenas varizes até os que apresentam com pernas complicadas com feridas. No caso de varizes secundárias, isto é, quando o paciente teve trombose venosa profunda (TVP) anteriormente, o tratamento deve ser empregado como coadjuvante e com cautela.

O medicamento utilizado na composição da espuma pode provocar alergia?
Sim, mas a alergia ao polidocanol (droga utilizada na composição da espuma) é muito rara. Este tratamento foi empregado em aproximadamente 2000 doentes e houve apenas quatro casos de alergia, com manifestações de pele apenas .

Quem tem diabetes pode tratar as varizes com o método da espuma?
Sim. Não há contra-indicação, desde que o diabetes esteja controlado.

Pessoas hipertensas podem fazer o tratamento?
Sim, da mesma forma que os diabéticos. O método é bastante seguro e pode ser empregado nos portadores de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, em quem já teve enfarte do miocárdio, doenças reumáticas, etc.

O polidocanol pode provocar trombose?
Pode. Há casos descritos na literatura cientifica, mas o índice de trombose esta em 0,3%.

Mulheres gravidas ou que estejam amamentando podem fazer o tratamento?
As mulheres gravidas não devem ser tratadas a não ser que haja alguma urgência, como sangramento. Não esta determinado se o polidocanol pode provocar lesões no feto. As mulheres que amamentam podem ser tratadas, mas devem deixar de amamentar por 24 horas após a injeção da espuma.

Existe alguma contra-indicação de tratamento com espuma nos pacientes que tem limitação para andar: paraplégicos, doentes com sequelas a AVC ou outros problemas que impeçam ou limitem o movimento das pernas.

Homens e mulheres podem fazer o tratamento? Existe idade limite para o tratamento?
Sim. Ambos podem fazer o tratamento. Muitos homens procuram o tratamento com espuma para não abandonarem o trabalho nem que seja temporariamente. Ou para ingressarem no trabalho, já que o portador de varizes pode ser rejeitado no exame admissional. Não existe limite de idade para ser tratado com espuma.

As varizes são hereditárias ?
Sim é um dos componentes.

Andropausa

Andropausa é um processo lento caracterizado pela redução gradual e progressiva das taxas de testosterona no organismo masculino. Entre as queixas mais comumente apresentadas pelos homens estão o cansaço, a falta de vitalidade, a falta de libido, irritabilidade, fadiga intensa, alterações no sono, perda de massa muscular, perda de força e aumento da gordura corporal. É como se a vida estivesse perdendo o sentido.

Com a redução nas taxas hormonais ocorre um aumento do risco de doenças cardiovasculares, diabetes, Alzheimer e obesidade.

Essa situação é muito mais comum do que parece. Os níveis de testosterona começam a declinar depois dos 35 anos, podendo chegar a uma queda de até 2% ao ano.

Esta condição clínica já possui tratamento seguro e eficaz graças aos avanços científicos e tecnológicos dos tempos modernos.

Anos se passaram e muitas pesquisas foram desenvolvidas nessa área, de forma que, nos tempos atuais, é possível corrigir essa queda hormonal de forma segura e eficaz.

A utilização da testosterona nanoestruturada por via transdérmica garante uma reposição fisiológica, respeitando a produção corporal diária e garantindo diversos benefícios físicos e emocionais.

Os homens precisam saber que a andropausa existe. Ela é uma condição médica que precisa ser diagnosticada, tratada e muito bem acompanhada por especialistas.

Menopausa

Novos conceitos

Com o aumentos da expectativa de vida, muitas mulheres estão vivendo muito além do termino da idade reprodutiva, tendo que conviver com a menopausa muitas vezes sem nenhum tratamento.

Em muitos países, mesmo nos mais desenvolvidos, a menopausa ainda é vista como o fim da vida de uma mulher. É espantoso que, ainda hoje, com todos os avanços da medicina moderna, muitas mulheres estejam “amarradas” a conceitos ultrapassados.

O mundo mudou, a medicina evoluiu e viver nos tempos atuais é se permitir viver a plenitude. É preciso quebrar paradigmas para que se consiga perceber este grande momento e viver de maneira feliz. Escolher manter-se ativo e saudável é fazer uma verdadeira declaração de amor à vida.

Nesse sentido, os hormônios são grandes aliados, regulando todas as funções orgânicas. Os benefícios da reposição hormonal são incontestáveis. Hormônio é vida, brilho no olhar, energia no corpo, beleza, saúde e vitalidade. Manter os hormônios em equilíbrio é manter o corpo e a mente em perfeita harmonia.

Artigo publicado no livro “testosterona energia e saúde “ Dr. José Bento (editora alaúde).

Descubra como a reposição hormonal pode restaurar o equilíbrio e transformar a vida de homens e mulheres.

A clinica esta habilitada a solicitar todos exames necessários, para caracterizar este problema!

Decreased Bioavailable and total vitamina D predict greater cardiovascular event risk

Results of a study presented at the American college of cardiology scientific sessions reveal an association between vitamin D (total and bio-available) levels and lower risk of major adverse cardiovascular events including heart failure,stroke,and heart attack.

“Many epidemiological studies have shown that (low) total circulating levels of 25-hydroxyvitamin D (25(OH)D) are strongly associated with poor cardio-vascular outcomes,” note Heidi T.May,PhD,MSPH, and colleagues.”However,85%-90% of circulating vitamin D is bound to vitamin D binding protein or albumin, and levels obtained may not be truly reflective of the vitamin D available to act on target cells.”

Acting on the results of observational studies, the researchers determined levels of total serum 25 (OH) D and 25 (OH)D bound to albumin and vitamin D binding protein in 4,200 men and women.

“our study found that low levels of both total vitamin D and bioavailable vitamin D and bioavailable vitamin D appear to be associated with poor cardiovascular outcomes,”DR.May reported.

ELES TAMBÉM TEM!

APESAR DAS DISFUNÇÕES NA TIREOIDE SEREM MAIS FREQUENTES NAS MULHERES, OS HOMENS NÃO ESTÃO LIVRES DO PROBLEMA.

homem-preocupadoEmbora a doença seja mais rara no sexo masculino, quando são atingidos, as consequências podem ser mais sérias. ”Assumindo que os tenham uma maior tendência a desenvolver problemas circulatórios e que a tireoide contribui mais pra isso, há uma necessidade de maior atenção em relação ao distúrbio”. A baixa produção da glândula endócrina tem sido relacionados a diversos problemas sexuais presente no sexo masculino. Os hormônios tireoidianos são essenciais para o crescimento, o desenvolvimento e o metabolismo de diversos tecidos e órgãos. Sabe-se que eles desempenham importante atividade na função testicular, volume, oligoespermia, na motilidade dos espermatozoides. O hipotireoidismo pode levar a disfunção erétil e dificuldade a ejacular também podem mostrar sintomas inespecíficos tais como cansaço, indisposição, fraqueza muscular, tetargia, déficit de memória, queda de cabelo, intolerância ao frio, constipação, aumento de peso!

Seu teste de TSH não deve ficar acima de 2 micro u.i\ml.

A IMPORTÂNCIA DO IODO NA MANUTENÇÃO DA SUA SAÚDE

IODO E A FUNÇÃO COGNITIVA
Por participar das sinapses cerebrais e do processo de mielinização, os hormônios da tireoide exercem papel importante na maturação do sistema nervoso central. Dessa forma, uma deficiência de iodo pode ser responsável por causar danos cerebrais considerados irreversíveis. A consequência mais grave desse quadro é o cretinismo, caracterizado principalmente pelo retardo mental.

IODO E A BAIXA INCIDÊNCIA DE CÂNCER DE MAMA
Os seres humanos apresentam de 25 a 50 mg de iodo no organismo, sendo 43% localizada na tireoide, 35% na mama e 22% no restante do corpo, como: estômago, pele, glândulas salivares, artérias, colo do útero, articulações, ossos, entre outros.

Em um estudo randomizado, a suplementação de iodo (3 a 5 mg) demonstrou reduzida sensibilidade mamária, nódulos e fibrose em 70% das mulheres tratadas (ghente al.,can.j.surg.,1993). A alta ingestão de iodo está associada com menor ocorrência de câncer de mama, enquanto a menor ingestão está associada a maior ocorrência de câncer de mama. A incidência de câncer de mama é 3 vezes maior em pessoas com bócio resultante de deficiência de iodo.

As mulheres japonesas possuem maior ingestão de iodo do mundo e a taxa de mortalidade por câncer de mama menor em relação a outros países. Foi verificado também que as mulheres japonesas que adotam uma dieta de estilo ocidental têm maior taxa de câncer de mama em comparação com aqueles que comem algas ( miller et al.,j.am.phys.surg., 2006).

IODO E A PROTEÇÃO GÁSTRICA
Estudo epidemiológico na população italiana relatou aumento de prevalência de câncer gástrico quando há deficiência de iodo, e com o aumento do consumo deste mineral em alimentos, os italianos apresentaram diminuição da incidência de câncer gástrico devido a ação antioxidante do iodo no estômago por proteger as células dos danos causados pela peroxidação lipídica (venturi et al.,eur.j.endocrin.,1999). Além disso , o iodo presente no trato gastrointestinal protege contra o crescimento anormal de bactérias, principalmente a helicobacterpilori, no estômago.

IODO E O ESTÍMULO E A ALIMENTAÇÃO
Estudos relatam que a ingestão adequada de iodo é necessária para manter uma imunidade mediada por células normais e suprimir certas doenças auto-imunes.

CONSUMO DE IODO E A ALIMENTAÇÃO
Há alguns alimentos que contribuem para prevenir as manifestações da carência de iodo, embora pouco consumidas pela população.O melhor caminho para aumentar o consumo de iodo e de prevenir as manifestações de sua carência é através da dieta .Os alimentos com maior concentração de iodo são o peixe marinho, crustáceos e algas marinhas. Os ovos, leite e carne contém pouca quantidade muito baixa deste importante microelemento.
Durante o exercício físico existem mecanismos que regulam os processos metabólicos, assim como nutrientes importantes que estão envolvidos no desempenho, favorecendo a energia durante a prática da atividade física.
O iodo esta relacionado com a performance física devido á ação nos hormônios da tireoide, que desempenham importante papel na síntese de proteínas musculares, no gasto de energia e na regulação da temperatura corporal.

QUANDO SUPLEMENTAR O IODO?
Estudos mostram:

– Influência do iodo na performance do exercício e na recuperação do treino, sendo essencial a suplementação para manter o metabolismo normal e proporcionar a energia necessária para a pratica de exercícios físicos.
– Suplementação no pré-treino para melhorar a performance.
– Durante a prática de exercícios físicos intensos há perda de iodo no suor , principalmente quando realizado em clima quente e úmido, sendo necessária a suplementação diária de iodo.
– Suplementação no pós-treino para reposição do minerais e reconstrução da massa muscular.

IODO CONTRIBUI PARA:
– Normalizar a função cognitiva;
– Normalizar a função neuronal;
– Normalizar a produção dos hormônios tireoidianos e manter a função normal da tireoide;
– Normalizar o metabolismo energético;
– Manter a pele saudável.

GENGIVITE

A gengivite é a inflamação da margem gengival que pode progredir e afetar os ossos que permeiam e suportam os dentes. Gengivite é o estágio mais leve e precoce da inflamação gengival, é reversível e afeta o tecido macio em volta dos dentes.

Sinais e Sintomas
A gengivite pode não apresentar dor, então é importante ficar atento a qualquer um dos sintomas a seguir:

  • Gengiva inchada, vermelha, sensível ou com sangramento.
  • Gengiva que recua ou se afasta do dente e mau hálito persistente ou gosto ruim na boca.
  • Pus visível em torno dos dentes e gengiva.

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DIABETES EM FOCO

O Diabetes é uma doença metabólica caracterizada pelo aumento do nível glicêmico no sangue: a hiperglicemia. Dentre os tipos mais comuns estão o diabetes tipo I, tipo II e gestacional.

O tipo I se manifesta precocemente e pode estar relacionado a produção de auto anticorpos que atuam no pâncreas, reduzindo a produção de insulina – hormônio responsável pela entrada de glicose nas células. O tipo II esta relacionado a resistência das células a insulina e inicia-se mais comumente na idade adulta. Já o diabetes gestacional tem seu início durante a gravidez, podendo regredir após o parto. Nos três principais tipos de diabetes ocorre a redução de entrada de glicose nas células, o que leva a um aumento do nível glicêmico no sangue.

Essa hiperglicemia é prejudicial ao indivíduo diabético, podendo com o passar do tempo acarretar alterações em diferentes pontos do organismo, possuindo efeitos que vão interferir drasticamente na resposta fisiológica do indivíduo no sistema vascular periférico, na resposta inflamatória, no sistema imunológico e, consequentemente, na reparação tecidual. Todos esses efeitos acabam por modificar de certa forma a susceptibilidade do indivíduo diabético ás infecções de um modo geral, incluindo as da cavidade bucal.

ALTERAÇÕES BUCAIS MAIS COMUNS

A doença periodontal é uma infecção crônica que acomete as estruturas de suporte do dente. Se não tratada pode culminar na perda dentária. É altamente prevalente em indivíduos diabéticos. Neles, o controle deficiente do biofilme dental pode favorecer a instalação da doença periodental com maior severidade e velocidade de progressão do que a observada em indivíduos não diabéticos. Em pacientes diabéticos não diagnosticados ou mal controlados, pode-se observar o aparecimento de diversos abcessos periodontais, levando a destruição rápida do suporte ósseo ao redor dos dentes – o que pode interferir na futura manutenção destes.

Geralmente, nos diabéticos a resposta ao tratamento periodontal é pior do que a observada em não diabéticos. A perda dentaria por doença periodontal nos primeiros também é maior do que a observada no outro grupo. A doença favorece o aumento da glicemia no indivíduo diabético, enquanto o tratamento periodental favorece a estabilização da glicemia. Assim é de grande importância diagnosticar a doença periodental nesses pacientes. Loe (1993) afirmou que a periodontite é a sexta complicação mais comum em diabéticos.

Outras alterações bucais comuns no diabetes não controlado são a diminuição do fluxo salivar e queimação da boca e/ou língua, sendo que tais condições podem predispor a infecções oportunistas. Nas ultimas décadas os resultados de inúmeros estudos epidemiológicos e transversais indicaram que os diabetes dos tipos I e II aumentam a prevalência, incidência e severidade da doença periodontal, sugerindo que tal condição sistêmica predispõe os sujeitos á periodontite. Pacientes portadores de diabetes tipo I apresentam maior risco de desenvolver doença periodental com o passar da idade, gravidade e duração de seu estado diabético. Por outro lado, outros estudos mostraram probabilidades três a quatro vezes maiores de indivíduos com diabetes tipo II desenvolveram o periodontites severas. Além disso, quando associado a outras condições o diabetes pode modificar o curso da doença periodontal, significando que a taxa de progressão da periodontite pode aumentar 2,9 vezes, quando o indivíduo tem taxas de hemoglobina glicosilada em níveis superiores a 6,5%; 3,7 vezes, quando o paciente é fumante e diabético; e 4,1 vezes, quando mais de 30% dos sítios sondados apresentam sangramento.

Vários estudos revelaram que o tratamento periodontal melhora o controle glicêmico de pacientes diabéticos, sugerindo portanto, uma relação bidirecional entre as duas doenças. Esta relação de “dois sentidos” é entendida como o diabetes aumentando o risco para o desenvolvimento da periodontite e, do outro lado, a inflamação periodontal afetando negativamente o controle glicêmico dos diabéticos. O mecanismo mais aceito para explicar como o diabetes influencia a condição periodontal esta baseado na via de produtos finais da glicosilacao avançada (AGEs). Os AGEs são capazes de ativar células de defesa, tais como monócitos, macrófagos e células endoteliais, levando á liberação de citocinas pró-inflamatórias, como também proteases que contribuem para a destruição dos tecidos de suporte periodental. O nível de expressão dos receptores de AGEs (RAGE) é maior em indivíduos diabéticos e com periodontite, comparado ao nível destes receptores em indivíduos não diabéticos com periodontite. Por outro lado, o principal fator etiológico da periodontite é a microbiota e seu produtos, incluindo lipopolissacarideos (LPS).

Os LPS, em particular através da ativação do TLR4, resultam na ativação do genes que codificam citocinas pró-inflamatórias, incluindo TNF-a, IL-1b e IL-6. O TLR4, é um receptor-padrão utilizado para iniciar a resposta inflamatória e imune, cuja função principal é reconhecer os produtos de bactérias e vírus. Vários estudos demonstram que no ambiente da bolsa periodontal altos níveis dessas citocinas são liberados. Portanto, o potencial de a periodontite influenciar a condição diabética esta baseado na liberação local desses sintomas pró-inflamatórias ou LPS passarem para a circulação sistêmica e influenciar a absorção de insulina em sítios (órgãos e tecidos alvo) á distancia. O TNF-a é conhecido como dificultador da sinalização da insulina, causando resistência a mesma. A partir desse conceito criou-se a hipótese de que a periodontite, através da produção de TNF-a e, possivelmente, de outras citocinas, influencie a glicemia no indivíduo diabético.

RASPAGEM RADICULAR

Um recente trabalho avaliou se o tratamento periodontal convencional (raspagem radicular ), comparado á ausência de tratamento, poderia melhorar o controle glicêmico e metabólico de pacientes com periodontite e diabetes tipo II. Os resultados da meta análise indicaram que o tratamento foi efetivo na redução da hemoglobina glicosilada – Hba 1c(0,65;95%CI 0,4,3-0,88;P<0,05), e da glicose plasmática rápida – FPG(9,04;95%CI 2,17-1,59-P<0,05), mas não houve diferença significativa para a redução de colesterol total, trigliceridios, HDL e LDL. Sendo assim, parece viável afirmar a eficácia da raspagem radicular na melhora do controle glicêmico de pacientes com periodontite crônica e diabetes tipo II. Entretanto, estudos futuros são necessários para confirmar estes resultados. Outro trabalho recente avaliou a taxa de progressão de periodontite e a taxa de perda dental num grupo de 92 pacientes sob controle da doença por cinco anos. A amostra dividiu-se em 23 pacientes classificados como diabéticos e com pobre controle glicêmico (GGC) e 46 indivíduos não diabéticos (NDC). Os resultados revelaram que a progressão da doença periodontal e a perda dental foram significantemente maiores entre os pacientes do grupo PGC, comparados aos GGC e NDC. Os resultados mostram que indivíduos diabéticos com pobre controle glicêmico, especialmente fumantes, apresentam alta progressão de doença periodontal e alta taxa de perda dental, quando comparados aos indivíduos dos grupos GGC e NDC. Embora existam inconsistências devido ás dificuldades para controlar o numero de fatores conflitantes nos estudos clínicos de humanos, os dados sugerem uma forte associação entre a periodontite e o diabetes. Essa relação é bidirecional e suportada por estudos transversais, prospectivos e modelos animais. Logo o tratamento periodontal reduzindo em baixa escala a inflamação crônica que existe em diabéticos pode auxiliar no controle glicêmico e redução de dano a outros órgãos. Assim é importante entender que a comunicação entre médicos, endocrinologistas e dentista (periodontistas) deve ser aprimorada a cada dia, com o objetivo de promover tratamento de qualidade a pacientes diabéticos, tendo como foco não apenas o processo curativo do problema, mas o de prevenção ao dano.


 

Ômega 3
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Revista VEJA - Entrevista - Vitamina D
Revista VEJA – Entrevista – Vitamina D
Revista ISTOÉ - Medicina & Bem-Estar Edição Nº: 2192 11 de Novembro de 2011 - A Conquista da Longevidade
Revista ISTOÉ – Medicina & Bem-Estar – Ed. nº: 2192 – 11/11/2011 – A Conquista da Longevidade